domingo, 27 de novembro de 2011

Agora...

Agora que tudo corre bem mas não corre, agora que algo não está bem mas está, agora que tudo foge mas não chega a fugir, agora que tudo vai mas não fica... posso ir, e deixar-vos na entrega da minha mente e dos meus pensamentos.
Porque aquele vento que por mim passa que presumo que seja fresco e húmido e bate em fortemente eu... não o sinto.
E agora  consigo serenamente fechar os olhos e ouvir os pássaros, as árvores, os fantasmas e as suas vozes.
Consigo sentir o sofrimento dos sofridos e dos sofredores, sentir as palavras de angustia, as palavras de medo e de compaixão, as palavras de amor ou paixão.
Consigo agora realmente sentir o que estou a fazer e saber fazer o que vou fazer.

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